No início da reunião, Francisco Guerra, eleito pela Coligação TODOS, apresentou um documento com alterações às propostas originais do regimento da Câmara Municipal e da delegação de competências. A Voz de Alenquer sabe que estes documentos, apresentados por Francisco Guerra, tinham sido partilhados anteriormente com Carlos Sequeira, vereador do CHEGA, e com Tiago Pedro, eleito como independente, que, segundo avançou à Voz de Alenquer, contribuiu com algumas indicações, dada a sua experiência como vereador.
Os pontos em que existiam alterações em comparação com os documentos originais foram votados em separado, o que faz com que a primeira reunião deste executivo se prolongasse por três horas. Em diversos pontos, a oposição concentrou o voto, conseguindo aprovar muitas alterações propostas, incluindo o limite da aquisição de bens imóveis, que tem um teto de 250 mil euros. Para além desta proposta, a aquisição de bens e serviços com valor superior a um milhão de euros passa a ter de ser aprovada em reunião de Câmara, assim como as despesas superiores a 250 mil euros.
As sessões de reunião de Câmara continuam a realizar-se às segundas-feiras, às 09H30, se bem que a proposta do Partido Socialista previa que as reuniões tivessem lugar às quartas-feiras. Ficou ainda decidido que, de dois em dois meses, a autarquia realizaria uma reunião de Câmara descentralizada, cobrindo as 11 freguesias e uniões de freguesias do concelho duas vezes ao longo do mandato.



