O projeto faz parte do consórcio europeu FlexnConfu, que junta 21 parceiros de 10 países e é financiado pelo programa Horizonte Europa. O objetivo é testar novas formas de tornar a produção de eletricidade mais eficiente e sustentável.
A tecnologia, ainda pouco explorada a nível mundial, pretende avaliar a viabilidade técnica e económica da co-combustão de hidrogénio com gás natural em centrais de ciclo combinado.
Na apresentação do projeto, o presidente executivo da EDP, Miguel d’Andrade, destacou que esta foi a primeira molécula de hidrogénio produzida pelo grupo na Europa e classificou o momento como “um marco histórico” e “um primeiro passo” na utilização desta energia.
A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, também esteve presente na cerimónia e elogiou a iniciativa, considerando-a “um projeto inovador” e “um passo importante na transição energética do país”.
O projeto-piloto vai estar em operação até 2026 e os resultados vão servir de base para futuros investimentos da EDP, bem como para o desenvolvimento de projetos de produção de hidrogénio verde em maior escala.



