A missa de encerramento foi presidida pelo bispo auxiliar de Lisboa, Dom Rui Gouveia, contando também com a presença do padre Horácio Noronho, natural da ilha de São Jorge, nos Açores, onde a tradição das Festas do Espírito Santo se enraizou.
Na cerimónia estiveram presentes várias entidades oficiais, entre elas o presidente da Câmara Municipal de Alenquer, João Nicolau, os vereadores Cláudia Luís, Filipe Rogeiro e Carlos Sequeira, bem como Fátima Amorim, presidente do município de Angra do Heroísmo, cidade geminada com Alenquer devido à ligação histórica às Festas do Espírito Santo.
Em declarações à Voz de Alenquer, João Nicolau fez um balanço muito positivo da edição deste ano, apesar das limitações orçamentais que impediram uma decoração mais extensa das ruas da vila.
“Este ano tivemos uma versão mais contida em termos decorativos da vila, face ao ano que estamos a viver. Isso vai acontecer em mais eventos, nomeadamente o Alenquer Presépio de Portugal, também mais contido em termos de decoração para redução de custos. Mas, por outro lado, tivemos de facto uma vila muito bonita, com tapetes floridos lindíssimos”, afirmou João Nicolau.
O autarca destacou ainda a programação cultural e a importância histórica da celebração: “tivemos uma série de concertos, conferências sobre o tema, porque é de facto muito importante manter esta tradição com mais de 700 anos. Não são todos os municípios que se podem orgulhar de ter uma tradição com mais de 700 anos e que hoje está espalhada pelo mundo inteiro.”
Após a celebração eucarística, durante a qual cerca de trinta pessoas receberam o sacramento do crisma, realizou-se a procissão até à vila baixa, seguindo-se o tradicional bodo no Parque Vaz Monteiro.
As Festas do Espírito Santo em Alenquer foram criadas há mais de 700 anos pela Rainha Santa Isabel. A Paróquia de Alenquer, juntamente com a Câmara Municipal de Alenquer recuperaram esta tradição em 2007, ano em que as festas voltaram a ser realizadas em Alenquer.















