Em declarações à Rádio Voz de Alenquer, Tiago Espirito Santo, coordenador municipal da Proteção Civil, salientou que não ouve quaisquer danos físicos e materiais a registar no concelho, à semelhança do que aconteceu no país. Ainda assim foi necessária a intervenção dos Bombeiros Voluntários de Alenquer, em conjunto com a GNR, na freguesia do Carregado, na abertura de portas, de alguns civis que saíram em sobressalto das suas casas, acabando a entrada das residências por fechar.
“Geograficamente, nós temos uma noção de onde é que ocorreram algumas formas menos próprias de lidar com a situação. Vamos tentar corrigir localmente”, referiu.
O responsável pela Proteção Civil municipal informou ainda que a Vila de Alenquer já está associada a diversas intervenções de cuidado e prevenção contra os sismos, como a “Terra Treme” , intervenções essas que já se estendem para além das escolas através de algumas empresas privadas e outras instituições.
” O aguardar, proteger, são formas muito simples de nos protegermos do sismo e é exatamente o oposto de algumas situações que registamos. Fugir, deixar tudo para trás é uma situação perfeitamente normal. É da natureza do ser humano”, acrescentou.
Nas redes sociais vários alenquerenses de diversos pontos do território do concelho, deram conta do sucedido.
O Comando Nacional da Proteção Civil, explicou que não existiu necessidade de aplicação de planos de emergência, visto que estes são apenas ativados em sismos com magnitude superior a 6.1.


